|
UM LUGAR ESPECIAL PARA UMA GALERA ALTO ASTRAL! |
|
- PERFIS -
PROMOÇÃO NPN
- BLOG IRMÃO -
|
Terça-feira, Novembro 29, 2005 Wish you were here Roger Waters e David Gilmour So, so you think you can tell Heaven from hell, Blue skies from pain. Can you tell a green field From a cold steel rail? A smile from a veil? Do you think you can tell? And did they get you to trade Your heroes for ghosts? Hot ashes for trees? Hot air for a cool breeze? Cold comfort for change? And did you exchange A walk on part in the war For a lead role in a cage? How I wish, how I wish you were here. We're just two lost souls Swimming in a fish bowl, Year after year, Running over the same old ground. What have we found? The same old fears. Wish you were here Eu conheci o amor. Eu conheci a maior felicidade que um ser humano pode ter. E eu não esperei perder para sabê-lo. Nem precisei ouvir os Titãs ou o Dalai Lama para saber que aqueles eram dias (meses, anos) especiais. E ele parecia saber disso, pois nos disse mais de uma vez: "Esses são tempos especiais. Nunca estivemos tão bem, tanta coisa boa acontecendo junta. Nem sempre será assim. Por isso temos que lembrar destes dias. Porque quando não mais for assim, saberemos que já vivemos nossos dias de felicidade e nos alegraremos por isto". Eu conheci o amor. Eu amei e fui amada. Nos amamos e no amor frutificamos. Dois lindos frutos, especiais. Um de cada gênero, não poderia ser mais perfeito. Dois seres humanos da melhor qualidade: carinhosos, responsáveis, alegres, espertos e, acima de tudo, grandes companheiros. Eu conheci o amor. Estivemos juntos, ele e eu, por 25 anos e 16 dias. Ele se foi, mas o amor continua. E nunca se acabará. Mesmo depois que eu for encontrá-lo. How I wish, how I wish you were here. Que ironia: a música favorita dele se tornou um hino à saudade. Dois anos de saudades. postado por Viva publicado por: Nós Por Nós às 11:47 PM
Comments:
Amigos, como vocês já sabem, o Weblogger está fora do ar desde quarta-feira passada. Tivemos que mudar rapidamente e ainda não deu tempo de deixar este novo blog bonitinho. Logo, vamos dar início aos trabalhos com a casa toda bagunçada e faltando muitos móveis. O texto abaixo eu deixei prontinho para escrever no dia 25 e infelizmente não foi possível. Espero que gostem. Beijocas Yvonne A VIOLÊNCIA SUTIL A grande Viva trouxe ao nosso conhecimento no início da semana que hoje vai ter blogagem coletiva a respeito do Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra a Mulher, iniciativa da Denise Arcoverde. Eu já tive uma experiência dolorosa nesse sentido que não serve de exemplo clássico porque o rapaz que me agrediu, que sempre foi super gentil, estava completamente transtornado por motivos de saúde. Não vou entrar em detalhes porque não é o caso. No entanto, gostaria de falar sobre a violência sutil que é feita no dia a dia e que os homens que a cometem não se dão conta do quanto podem ser cruéis. Trata-se da grosseira maneira de falar gracinhas na rua. Cresci rapidamente. Com 10 anos eu já tinha 1.67, calçava 37 e tinha 55 quilos. Era uma mulher feita, só que o rosto era de uma criança. Qualquer cego perceberia pela fisionomia, andar deselegante e voz que eu era uma criança. Não havia dúvidas: tratava-se de uma menina, repito mais uma vez. Além disso, ainda pesava o fato que eu fui criada com uma imensa proteção familiar. Não tinha maldade alguma, não sabia como é que as crianças eram feitas e muito menos o que significava determinados palavrões. Resumo da ópera: era uma garota com corpo de mulher e idade emocional de uns cinco anos. Ainda assim, ouvia nesse período cantadas de porteiros, coroas, serventes de obras e afins, palavras de baixíssimo calão que o constrangimento me impede de reproduzir aqui. Foi uma experiência tão traumática que até hoje, decorrido todo esse tempo, eu não consigo falar certos nomes nem no meu lar. Sei que o meu "grande problema" não é absolutamente nada perto das africanas que têm os seus clitóris cortados, das muçulmanas de determinados países que não podem decidir absolutamente nada sobre suas vidas e das meninas que são vendidas pelos pais para quadrilha de pedófilos. Sei disso tudo, mas o meu trauma é o MEU TRAUMA. Nenhuma mulher gosta de ouvir grosserias gratuitas, principalmente meninas que ainda são ... meninas. Eu considero esse tipo de postura uma verdadeira violência contra a mulher e infelizmente, que eu saiba, não existe estatística sobre o assunto. A violência sutil se dá também com os sarros dentro de ônibus, a mão boba que encosta em nosso corpo em um ambiente fechado (ou não), o olhar de tesão de um chefe de 50 anos para a estagiária que mal deixou as fraldas e outra experiência que eu ainda acho mais cruel ainda: a grosseria dita por um "animal" a uma moça de 18 anos que ele teve a oportunidade de conhecer quando ainda era criança. Nunca mais tive oportunidade de falar sobre esse assunto com amigas porque o tempo passou e se encarregou de diminuir o peso do problema, mas posso assegurar que todas nós, feias ou bonitas, gordas ou magras, gostosas ou não, já sofremos na nossa juventude esse tipo de violência. Estejam certos que é doloroso e que podem deixar algum tipo de seqüela. Gostaria de terminar o meu texto com alguma frase bem panfletária e de grande impacto, mas não me vem nada na cabeça porque eu sei que a violência (seja qual for) só tende a aumentar. Por essa razão, só posso dizer que tudo isso é triste. Postado por Yvonne publicado por: Nós Por Nós às 6:08 AM
Comments:
Domingo, Novembro 27, 2005
publicado por: Nós Por Nós às 7:54 PM
Comments:
Sexta-feira, Novembro 25, 2005
publicado por: Nós Por Nós às 11:03 AM
Comments:
| |||||