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Nós por Nós
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UM LUGAR ESPECIAL PARA UMA GALERA ALTO ASTRAL!
Domingo, Janeiro 14, 2007 PROMOÇÃO NPN 55: RESULTADO
03:36 publicado no NPN às 03:36 Comments: H Sexta-feira, Janeiro 12, 2007 ÚLTIMAS Queridos leitores, três notícias me chamam a atenção nessses dias, e quero comentá-las com vocês. Uma é que um casal de idosos foi atacado por um pitbull, em Nilópolis, no RJ, e foi valentemente defendido por seu cachorro vira-latas. O casal, 74 e 75 anos, sofreu ferimentos, mas está vivo. O pitbull foi morto a pauladas pela população revoltada. Pergunta-se: Até quando vamos ficar expostos a essas feras? Dizem que estes cães são dóceis, e sua agressividade é estimulada por donos imbecis e violentos. Mas quem pode averigüar se o dono do animal que o está atacando, é imbecil e violento? Verdade é que, se o pitbull desaparecer do país, os violentos escolherão outra raça de cães (ou outro animal qualquer) para ser veículo de sua agressividade. Mas, no momento atual, temos a obrigação de ficarmos expostos, gratuitamente, ao perigo? Outra notícia é que a polícia mineira está treinando (acho que sem muita eficácia) atividades contra os peigosos integrantes de PCC's e CV's de outras plagas. Já iniciou prendendo uma PERIGOSA MENINA DE 4 ANOS, aue jogou uma pedra numa colega. Ainda ontem, a KITH reclamava dos assaltos, abusos sonoros e de outras coisas, que estão em alta, lá em Mongaguá. E a polícia? Ora, a polícia, minha querida Kith, está muito ocupada, resolvendo brigas de crianças. Pelo menos, em Belo Horizonte. A terceira notícia, e a mais trágica para o blog, é que esta deve ser a última postagem do NPN, exceto o resultado da promoção 55, e eventuais despedidas. Anna vai ter que se afastar dessa atividade blogueira por alguns meses, tesco está ocupado com as formalidades da procura de aposentadoria, e a Yvonne continua com vocês no Bloggente, e não pode ser sobrecarregada com duas ausências e dois blogues. O Nós Por Nós cumpriu sua tarefa. Deixa dois filhos, muito bem encaminhados, além do Bloggente, tem o Luz de Luma também. Só temos a agradecer a todos vocês que nos prestigiaram com seu acompanhamento e carinho. MUITO OBRIGADO! Beijo do blog 10:23 publicado no NPN às 10:23 Comments: H Quinta-feira, Janeiro 11, 2007 MICOS? Um dia desses, uma filha me interpelou: "Pai, conte seus micos". Meditei, pesquisei, procurei... Mas mico verdadeiro, daqueles peludos, cheio de momices, não encontrei na minha história. Alguns casos engraçados ou curiosos, que vivi, presenciei ou me contaram na ocasião em que aconteceram, me ficaram na memória, sim, nas são pouca coisa e poucos casos. Contei pra minhas filhas e conto pra vocês também. Este é curioso porque eu já trinha lido ou ouvido em algum lugar, porém aconteceu mais uma vez e ocorreu na minha frente. Em 1980, ingressando na Petrobrás, fui designado para me apresentar em Aracaju. Chegando lá (aqui) e apresentado ao chefe, este nos encaminhou ao chefe do setor onde iríamos estagiar, o Zenóbio. Estava eu com um colega que tomou a frente do encaminhamento. Chegando no setor determinado, este colega perguntou: "Onde encontramos o Dr, José Nobre?". Antes que eu pudesse corrigi- lo, o informante respondeu: "Não é José Nobre não, é Zenóbio" .Ao que o colega retrucou: "Não, eu não tenho intimidade com ele, é Dr. José Nobre!". Ouvir duas vezes e entender diferentemente, neste caso, não é problema da audição, é idéia fixa mesmo. Rerrerré. Com este mesmo ex-companheiro de trabalho (há muito que se desligou da empresa), eu estava três ou quatro meses depois, fazendo relatório do que havíamos aprendido. Havia um terceiro estagiário conosco. Não sei o que o Selmo (chamemos assim) estava lendo, que de repente nos perguntou: "O que é beócio, hein?". Quis fazer uma brincadeira e respondi: "É alguém assim como você". O terceiro colega caiu na gargalhada e falou: "Eu ia responder, mas o Tesco já disse..." e continuou gargalhando. Beócios eram os gregos naturais da Beócia, que tinham fama de tolo, simplórios, ignorantes, no conceito dos outros gregos. Eu perdi a graça e resolvi deixá-lo na ignorância mesmo, o caso poderia tomar rumos inesperados. No Exército, em 1972, não passei por muitos vexames, mas ouvi contar uns tantos. Numa inspeção do alojamento, um major olhava o estado dos banheiros e, ao empurrar uma porta de sanitário, apenas encostada, eis que o sanitário estava ocupado. Ao ver o major, o aluno (no Centro de Preparação de Oficiais da Reserva - CPOR - o candidato entra como Aluno e não soldado, e sai como Aspirante a Oficial) levantou-se rapidamente e ficou em posição de sentido. O major tranqüilizou o aluno: "Calma, tudo bem, fique à vontade" (em ocasiões de "emergências" como estas, as formalidades são dispensadas). O aluno deve ter se acalmado, mas caso foi comentado em toda a unidade. Também foi contado e recontado, este caso do ano anterior. Ao passar por um oficial, uma tropa deve cumprimentá-lo, do seguinte modo: Quem estiver comandando a tropa lança a ordem de "Olhar à direita!" ou "Olhar à esquerda!", conforme a situação. Um aluno comandando sua turma, notou que o Coronel comandante do Centro estava no primeiro andar, e não teve dúvida, gritou pra sua tropa: "Olhaaaar ... pra cima!'. Este comando não existe no regulamento. Em 1974, já como Aspirante, comandava um pelotão e passaria em frente ao Coronel no desfile matinal. Sem perceber, acabei ficando na coluna da esquerda do pelotão. Na minha cabeça apareceu um item das Normas, dizendo que o comandante estaria na coluna da direita, portanto meu colega Belmo (digamos que seja) é que estaria no comando, (a verdade é que o comandante deve se posicionar na coluna da direita). Então, já em frente ao Coronel, eu disse: "Vai Belmo, você comanda" e ele disse "Não, você comanda!". Ficamos nesse "empurra-empurra" e passamos pelo Coronel, que ficou sem o cumprimento. Coisas de estagiário! Bem, miquinhos, né? Nenhum King-Kong por aqui. Não sei se isso é bom ou é ruim. Afinal, depois que passam, são somente "causos". :Abraço do tesco 02:46 publicado no NPN às 02:46 Comments: H Quarta-feira, Janeiro 10, 2007 SONHO Sonho... porque no sonho não há dor Porque no sonho a tristeza não machuca Porque no sonho a tristeza é até bonita Sonho... porque no sonho o choro não deixa meu rosto vermelho Porque no sonho as lágrimas não deixam meus olhos inchados Porque no sonho a gente fica bonita até chorando Sonho... porque sonhar alimenta a alma Porque sonhar fortalece o coração Porque sonhar ainda é de graça Sonho... porque sonhar é aproveitar cada segundo Porque ao sonhar não é necessário preocupar-se com as conseqüências Porque sonhar... é ter prazer sem culpa ..................................................................................................................................................... CRIANÇA - Ma, conta pra madrinha que você ficou dodói! - diz a mãe. - Você ficou dodói meu amor? - pergunta a madrinha. - Não, Ma não fitô dodói. - Não? - A Ma fitô "doiente"! Faua dieito mamãe! ... A pequena sobrinha estava brincando de arrumar o cabelo de uma das primas quando de repente levanta a escova que estava na mão e com um golpe acerta a coitada da prima. - Ma, não bata na sua prima! - repreende a tia. - A Ma não bateu dindinha... - Bateu sim que eu vi. - Não bateu... (em tom choroso) - Mentira, bateu sim. - Não bateu, foi a 'icova'... - Além de briguenta está ficando dissimulada agora? O que a madrinha faz com quem bate ou briga com os outros ? - Põe de "catigo"... - Isso mesmo. - Olando a "paede"... - Muito bem. Então... A pequena deixa a escova num canto da sala e vai até o outro lado, apontando o dedo para a escova e dizendo: - "Icova, de catigo, olando a paede!" Tenham um bom dia! ANNA 08:27 publicado no NPN às 08:27 Comments: H Terça-feira, Janeiro 09, 2007 Amigos, Todo mundo tem os seus segredos, eu tenho vários, inclusive aquele que me fez sofrer muito no final do ano passado. Talvez algum dia eu conte para vocês, porque tenho percebido que, com o passar dos anos, aquilo que eu achava inconfessável não passa de uma grande besteira. Vejamos: BEIJO NA BOCA - Meu primeiro beijo na boca foi na minha prima. Estávamos vendo uma comédia romântica e os nossos corações pularam de alegria e excitação ao ver a linda mocinha beijar o lindo mocinho no final. Nós, querendo saber como era aquela sensação, decidimos que iríamos nos beijar. Encostamos as nossas bocas uma na outra, sem abrí-las. Fizemos o bico mais bicudo do mundo, viramos a cabeça de um lado para o outro e nada de achar aquilo interessante. Chegamos à conclusão de que era a coisa mais sem graça do mundo. BARRA DA TIJUCA - Sou da época que moça que se prezava não ia à região da Barra da Tijuca de forma alguma com o namorado. Alguns de vocês não vão entender nada, mas quem é carioca da minha idade sabe bem do que estou falando. Esse famoso bairro era terra de ninguém até o início dos anos 70, não havia quase nada e por esse motivo os casais de namorados iam para lá para ver a famosa "corrida submarina" dentro dos carros. Um belo dia, o meu primeiro namorado convidou a mim, uma amiga e o namorado dela para irmos a um restaurante que ficava na Av. Niemeyer. Lá fomos os quatro, de carro (outro sinal de perigo) para curtir uma tarde de sábado. Eu e minha amiga (virgens) tomamos refrigerantes e os rapazes tomaram alguns poucos chopes e comemos batata frita. Estávamos todos muito felizes por fazer algo proibido. Voltamos para casa no entardecer com a alegre sensação de termos enganado nossos pais. Ninguém fez nada que pudesse estar perto de uma discretíssima sacanagem, mas valeu a pena. MACONHA - A primeira vez que fumei a erva tinha uns 20 anos. Estava na casa da minha grande amiga de adolescência e curtimos uma tarde com nossos amigos. Ríamos de tudo, até que silenciosamente dormimos sentados no sofá ou no chão. Ninguém fez besteira, agrediu alguém, fez escândalo ou qualquer outra coisa que pudesse ser condenável. Adorei e fumei algumas poucas vezes até me casar. Hoje em dia sinto saudades e confesso humildemente que adoraria fumar um baseado, mas infelizmente não vai dar porque eu não quero curtir um bom momento a custa de algo banhado de sangue de bandidos, policiais e vítimas da violência urbana. Não consigo entender o motivo dessa proibição, mas enfim, que a lei seja cumprida. Queridos amigos, não sou puritana, mas penso que a grande maioria das pessoas resolve rotular pequenas coisas que não têm nada a ver como proibidas. Caso minha mãe ou minha tia tivessem visto o beijo na boca que eu e minha prima trocamos, seria um verdadeiro escândalo. Elas iriam ficar preocupadas achando que nós duas éramos lésbicas, mas na verdade estávamos só brincando. Não achamos graça nenhuma, porque não houve química alguma. Continuamos com nossas vidas e com uma grande vontade de conhecer algum rapaz especial. Quanto ao passeio, também não fizemos nada demais, só estávamos a fim de curtir uma tarde gostosa. Já com relação à maconha, realmente foi algo que poderia ser sério, uma vez que infringimos a lei, mas naquela época não havia problema com relação a esse assunto, porque eu sou da geração "flower power" e o governo da revolução fazia vista grossa. Logicamente, os meus segredos outrora inconfessáveis não são só esses, mas são os que eu me recordo no momento. No entanto, eu gostaria de saber se vocês também têm alguma história bem bobinha que hoje em dia vocês soltam gostosas gargalhadas. Quanto aos segredos AINDA inconfessáveis, eu tenho alguns, mas vocês vão saber só na próxima encarnação, rsrsrs. Beijocas Yvonne P.S.: Leiam a promoção abaixo que está ótima. 06:54 publicado no NPN às 06:54 Comments: H Segunda-feira, Janeiro 08, 2007 PROMOÇÃO NPN 55: SORTEIO DE LIVRO
02:13 publicado no NPN às 02:13 Comments: H Sexta-feira, Janeiro 05, 2007 MISCELÂNEA Amigos, a coisa anda ruça, e não se pode confiar mais no Papai Noel. Vejam o que aconteceu neste Natal. Crise na Economia leva ladrão a assaltar crianças Segundo a Secretaria de Segurança Pública, as festas de final de ano transcorreram de forma bastante tranqüila, não havendo assaltos em larga escala. Foram poucas as ocorrências de crimes violentos e a população do nosso estado ficou com a nítida sensação que bons ventos sopraram no período. No entanto, na véspera de Natal a família Amorim não teve esta sorte, pois um ladrão invadiu sua residência levando consigo os presentes comprados para os filhos do casal. As crianças acordaram no dia de Natal e ficaram inconsoláveis ao ver que Papai Noel não cumprira sua promessa. Como não foi a primeira vez que esta família foi assaltada, foram instaladas diversas câmeras de segurança por toda casa, como também um alarme que inexplicavelmente não funcionou naquela noite. As imagens não estavam muito nítidas, entretanto foi possível perceber a calma do meliante. De acordo com Polícia, o crime parece ter sido cometido pelo desempregado Jorge Nunes de Almeida, 34 anos, casado e com dois filhos, que se encontra foragido desde que passou a assaltar residências na área de Itapoã e Itaparica. Estima-se que ele já tenha roubado mais de 30 casas e apartamentos. Pelo o que foi captado pela câmera, o assaltante entrou pela porta dos fundos e ainda por cima, se deu ao luxo de comer um pedaço de queijo que estava em cima da mesa. Depois pegou um cigarro, que não chegou a acender, talvez pelo medo de queimar sua barba postiça. Após a pequena refeição, Jorge se direcionou até o quarto das crianças e calmamente foi retirando cada um dos brinquedos, colocando-os em um saco. Ao terminar o roubo, se encaminhou novamente à cozinha para ir embora pela porta dos fundos. O delegado Jacinto Andrade, que registrou a ocorrência acredita que o assaltante não seja de alta periculosidade, posto que não houve agressão física às vítimas do roubo e não foram roubados bens mais valiosos. Pelo que foi deduzido, ele roubou os presentes para dar aos seus filhos. Ao ser entrevistado pela nossa repórter Yasmin Vilhena, o delegado Jacinto comentou a criatividade mostrada pelo ladrão que ao se vestir de Papai Noel, entrou em uma casa, para levar presentes e não deixá-los. Com certeza ele será um verdadeiro Papai Noel para os seus filhos. Muita cara de pau. * * * MISCELÂNEA apresentou o BUNDAS DE FORA: (espaço onde estão as contribuições dos leitores do Nós por Nós. O nome refere-se à alcunha de alguns pequenos botecos do Rio, onde fregueses ficam do lado de fora, mas não deixam de estar participando).. É uma colaboração da Yasmin Vilhena, que baseou-se no poema "Papai Noel às avessas", de Carlos Drummond de Andrade. A falsa notícia, no entanto, não deve mais ter causado estranheza em ninguém: Do jeito que o mundo está, é até de se esperar algo assim. Mas o texto está bem feito e não deixa de ser um bom exercício escrever alguma coisa de ou sobre Drummond. Vejam abaixo o poema fonte.
00:08 publicado no NPN às 00:08 Comments: H Quinta-feira, Janeiro 04, 2007 Amigos, ontem eu estava com um casal do Rio que veio passar uns dias aqui e ouvi uma declaração de amor muito linda da parte do marido que me fez lembrar o texto abaixo que já saiu aqui no Nós por Nós há algum tempo. Já tinha uma crônica prontinha, mas resolvi por um "vale a pena ler de novo". Vocês têm noção de que, ainda que não possa parecer, estão vivendo a melhor época de suas vidas? Beijocas Yvonne P.S.: A história é verídica Por Joe Kemp, do livro Histórias para Aquecer os Corações dos Pais Era quinze de junho e em dois dias eu faria trinta anos. Estava inseguro com a rapidez com que o tempo tinha passado e temia que os melhores anos da minha vida tivessem ficado para trás. Minha rotina diária incluía uma sessão de ginástica antes do trabalho. Todas as manhãs encontrava com o meu amigo Nicholas na academia. Ele tinha setenta e nove anos e estava em plena forma. Quando o cumprimentei naquele dia, ele percebeu que eu não estava animado como sempre e perguntou se havia alguma coisa errada. Disse-lhe que estava ansioso por estar fazendo trinta anos. Fiquei imaginando como olharia para trás quando chegasse à idade de Nicholas, então lhe perguntei: - Qual foi a melhor época da sua vida? Sem hesitar, Nicholas respondeu: - Bem, esta é minha resposta filosófica à sua pergunta filosófica: quando eu era criança na Áustria e meus pais cuidavam de mim, sem que eu precisasse me preocupar com nada, aquela foi a melhor época da minha vida. Quando fui para a escola e aprendi as coisas que sei hoje, aquela foi a melhor época da minha vida. Quando arrumei meu primeiro emprego, passei a ter responsabilidades e a ser pago por meu esforço, aquela foi a melhor época da minha vida. Quando conheci minha mulher e me apaixonei, aquela foi a melhor época da minha vida. Veio a Segunda Guerra e minha mulher e eu tivemos que sair da Áustria para salvar nossas vidas. Quando estávamos juntos e a salvo num navio, vindo para a América do Norte, aquela foi a melhor época da minha vida. Quando viemos para o Canadá e formamos uma família, aquela foi a melhor época da minha vida. Quando me tornei um jovem pai e pude ver meus filhos crescerem, aquela foi a melhor época da minha vida. E agora Joe, tenho setenta e nove anos e estou com saúde. Me sinto bem e continuo apaixonado por minha mulher, exatamente como quando a conheci. Esta é a melhor época da minha vida. 07:31 publicado no NPN às 07:31 Comments: H Quarta-feira, Janeiro 03, 2007 Olá, amigos! Volteeeeeeei! Espero que todos tenham tido um final de ano muito cheio de paz e felicidades. O Tesco falou em listas para o ano novo, que a gente sempre faz, mesmo que mentalmente. Pois esse ano eu não quero fazer uma lista para mim, especificamente. Mas quero fazer uma lista que, garanto, é desejada por todos, e que possa ser perseguida por todos... Umas lista de Nós para Nós! Em 2007 eu desejo... Que as dores sejam transformadas em bem estar, ou ao menos amenizadas... Que as tristezas sejam demitidas, e sejam bem vindas as felicidades... Que os dias chuvosos sejam abençoados, mesmo que cinzentos... Mas que não hajam enchentes... Que os dia ensolarados sejam mais do que lindos dias... Mas que não exista mais a seca... Que a poluição seja diminuída e a natureza possa respirar aliviada... Que o cuidado com a natureza seja triplicado... Que a fé seja uma força motriz... Que os sonhos não se acabem... Que os pesadelos sejam abolidos das noites e dos dias... Que os sorrisos sejam multiplicados... Que os carinhos sejam mais verdadeiros... Que os amores sejam eternos enquanto durem... Que seja encontrada a cura para as doenças até hoje incuráveis... Que o salário mínimo aumente numa quantia decente... Que o salário dos políticos diminua numa quantia justa... Que o nosso presidente pense mais no nosso país... Que todo tipo de violência seja extinto... Que as guerras, declaradas ou não, se acabem... Que seja criada uma corrente do bem... Que ninguém mais passe fome... Que nenhuma criança seja maltratada... Que nenhuma criança seja abandonada... Que a desigualdade social diminua... Que as pessoas tenham um trabalho.... Que todos tenham um lar... Que todos tenham e prezem suas famílias... Que o mundo possa melhorar um pouco... Que o Brasil possa melhorar muito... Que cada um de nós procure fazer um pouquinho por aqueles que nada têm... Que a generosidade aumente em cada ser humano... Que o bem vença o mal... Que a igualdade vença os preconceitos... Que o amor vença o ódio... Mas principalmente, que o amor vença a indiferença... E que os anjos digam amém... Desejo a todos um 2007 maravilhoso. E desejo ao Brasil e ao mundo um 2007 mais humano. Beijos, Anna 11:24 publicado no NPN às 11:24 Comments: H Terça-feira, Janeiro 02, 2007 A FÉ NÃO AGE SOZINHA Yvonne me cedeu a honra de apresentar o primeiro post do ano (ela voltará a postar na próxima quinta-feira) e venho reafirmar que devemos começar mais este novo ano com muita fé. Mas não me refiro a definições religiosas ou teológicas. Quem tem sua crença, pessoal ou pública, que continue com ela, quem não a tem, que passe muito bem também. O que quero enfatizar aqui é a fé que é CONFIANÇA. Ter confiança naquilo que se vai fazer ou obter, e aplicar nisso todo o seu esforço, é fundamental para concretizá-lo, seja no todo ou na etapa focalizada. "Se tivésseis fé, do tamanho de um grão de mostarda, diríeis a esta montanha: 'Transporta-te daí para aqui' e ela se transportaria", disse o mestre nazareno, Jesus. Mas não basta dizer isto à montanha, sentar-se em frente a ela e esperar a realização do desejo. A fé que remove montanhas exige ação. Como na remoção do Morro do Castelo no centro do Rio de Janeiro, efetuada em 1922. Muito esforço e muito dinheiro tiveram que ser expendidos e, também, muito sacrifício foi exigido. Eu tinha o desejo de ter minha casa própria. E tive a fé necessária para consegui-la. Concluí um curso superior, arranjei um bom emprego, juntei dinheiro, assinei o contrato e paguei as prestações. Assim cheguei ao final da odisséia da casa própria, com sucesso. Não digo isso para minha vanglória, nem pra dizer que se tem que seguir exatamente esses passos, mas para ilustrar o processo da fé que realiza. Não é apenas chegar na beira do poço e aguardar que a água venha saciar sua sede, é necessário descer o balde e puxar a corda. Não é só acionar o interruptor e obter a luz, a conta de energia deve ser paga todo mês. Nisso a própria fé alimenta a fé. Pode ser a confiança de que se vai chegar a bom termo, que faculta os meios de se chegar lá. Por isso, nunca desanimar. "Desesperar jamais", já nos lembra o Ivan Lins. Mais que nunca, não desprezemos a fé, neste ano. Boas oportunidades virão, encaremo-las COM FÉ! Abtaço do tesco 02:46 publicado no NPN às 02:46 Comments: H
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